segunda-feira, 14 de junho de 2010

Caderneta: Roque Santeiro






































Quem não se lembra?

Do professor Astromar, do Zézé das Medalhas, da viúva Porcina, do fantástico Sinhozinho Malta, o famoso Roberto Mathias, o padre Hipólito e a viúva virgem, a D. Pombinha e sempre sentado à porta da igreja o maravilhoso Toninho Jiló e o Cego Jeremias sempre a cantarolar ao som dos passos de quem passava, o João Ligeiro e o Delegado Feijó que bem que gostava da discoteca Sexus onde dançavam a Ninon que adorava o lobisomen e a loira Rosaly e para terminar cidade que era cidade tinha que ter um prefeito chamado e aclamado Florindo Abelha, e um beato Salu. Isto tudo sem esquecer o Santo que nunca morreu o grande Roque Santeiro.

Foi tão bom recordar esta novela de 1986, que se ainda passasse hoje ficaria presa à televisão, porque essa sim era uma história e entretinha famílias.

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